O que somos nós
Separei hoje alguns frutos para o jantar,
E de sobremesa lágrimas,
Preparei ontem algumas coisas para o café
e de complemento mágoas.
Hoje sou só uma ponte solitária,
E a única coisa que passa pelo meu corpo e olhos,
São águas e as dores que a mim foram declaradas,
Cabe só a mim interrompelas com meu sorriso nada amargo,
Com minha vontade radiante de vencer,
Posso crer e quero ser.
Sorriso doce,
Que sei bem a quem alegra por inteiro,
E faz perceber que tanto aqui ou no mundo inteiro
seja ilusente ou com luz,
Uma ausência presente, uma inércia,
Somos movidos pela indiferença diferente,
Pelas feridas do passado e as dores do presente.
Com o sorriso no rosto,
Por mais que disfarçado passa amor e está ligado,
Direta ou indiretamente com todos os "humanados",
Cada pessoa traz no olhar
uma coisa nova, uma estréia.
Eu, você, ele, nós
Somos feitos das mesmas coisas,
da mesma matéria.
Regenerando Almas
terça-feira, 6 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Avesso
Descrevo-te em versos,
Descubro teu inverso,
Temos lá nossos tropeços
Mas não nos culpo esse é o preço,
Me perco em meio aos desejos
Desencontro-me nos teus erros e defeitos,
Alguns até tolero
Outros eu tento e as vezes esqueço,
No teu calar já enlouqueço,
Advinhar os teus anseios
O que pra mim é pesadelo,
Um dia saberei eu se tu es flor,
Flor que me vira do avesso.
Descrevo-te em versos,
Descubro teu inverso,
Temos lá nossos tropeços
Mas não nos culpo esse é o preço,
Me perco em meio aos desejos
Desencontro-me nos teus erros e defeitos,
Alguns até tolero
Outros eu tento e as vezes esqueço,
No teu calar já enlouqueço,
Advinhar os teus anseios
O que pra mim é pesadelo,
Um dia saberei eu se tu es flor,
Flor que me vira do avesso.
Não sei
Eu sei, não sou nada,
Sei que sou tumulto
Sei, sofro distúrbios,
Sou só um confuso,
Sinto frio, nada sinto
E tudo sinto a ponto de não querer mais ser tão forte assim,
Não consigo mais fugir de mim,
Nem sequer me enfrentar,
Não sei porque tenho tanta vontade assim de vencer,
Não encontro respostas quando me pergunto porque ainda acredito no verdadeiro,
Aprendi que sofrer em silêncio as vezes é mais convincente
De que só você mesmo se importa,
As vezes...
Só você mesmo.
Eu sei, não sou nada,
Sei que sou tumulto
Sei, sofro distúrbios,
Sou só um confuso,
Sinto frio, nada sinto
E tudo sinto a ponto de não querer mais ser tão forte assim,
Não consigo mais fugir de mim,
Nem sequer me enfrentar,
Não sei porque tenho tanta vontade assim de vencer,
Não encontro respostas quando me pergunto porque ainda acredito no verdadeiro,
Aprendi que sofrer em silêncio as vezes é mais convincente
De que só você mesmo se importa,
As vezes...
Só você mesmo.
domingo, 23 de março de 2014
Dedico o meu silêncio aos céus
Declaro o meu silêncio ás tuas ações impensáveis,
Dedico o meu silêncio aos céus de estrelas infinitas,
Palavras caladas que nunca foram ditas
Ao vento que sopra na minha memória,
Tua passagem quase nunca notada e sempre exagerada,
Nao hei de derramar lágrimas
Pelas culpas que rodeiam o incerto do meu pensar.
Declaro o meu silêncio ás tuas ações impensáveis,
Dedico o meu silêncio aos céus de estrelas infinitas,
Palavras caladas que nunca foram ditas
Ao vento que sopra na minha memória,
Tua passagem quase nunca notada e sempre exagerada,
Nao hei de derramar lágrimas
Pelas culpas que rodeiam o incerto do meu pensar.
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